Encenamos um dialecto nosso só, o do corpo e da lágrima que o retoca, o da gota que flui até à boca, o do quente e frio, do vazio, do longe que nunca se faz perto, do conto e do recontado, do que foi feito e não mais dissolvido, do acídulo do passado e do futuro que nos alimenta.
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